sexta-feira, 1 de julho de 2016

Do caderno dos Açores




Lagoa do Fogo. Gosto tanto dela praticamente sem a intervenção do homem. No seu estado puro.

Fui já no fim do dia e o tempo era pouco, assim resolvi usar a tinta da China rapidamente e dar apenas uma aguarelada na água.

Teria ficado ali muito mais tempo mas precisava que as pessoas falassem mais baixo e soubessem ouvir o silêncio.

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