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--------------------------------* OS DESENHOS DESTE BLOGUE RESULTAM DA OBSERVAÇÃO DIRETA E FORAM FEITOS NO LOCAL *

«Não se deve querer fazer uma vez mais aquilo que a Natureza já fez perfeito. Não se deve querer parecer verdadeiro pela imitação das coisas.»
George Braque in «Cahiers de G. Braque»
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domingo, 16 de junho de 2024

Alâmpadas de São Pedro

Hoje fomos desenhar as Alâmpadas de São Pedro na Ribeira Seca da Ribeira Grande. Confrontei-me com um projeto comunitário muito bonito. O sr. Amaral foi-nos explicando o processo de construção destes objetos únicos. “Todos participam neste convívio, mas já perdemos muita gente que fazia parte da comunidade”. Enquanto uns fazem as Alâmpadas outros cozinham e o ambiente de festa parece continuo. Também as crianças são envolvidas numa espécie de serviço educativo que as faz construir estes objetos em papel e lhe ensina a tradição. Fomos extremamente bem acolhidos e é certo que lá voltarei para aprender desenhando. Para quem não sabe “As alâmpadas são arranjos feitos com flores e frutos, que de alguma maneira fazem lembrar um lampadário. Destinam- se a ornamentar a paroquial da Ribeira Seca da Ribeira Grande e a oferecer a pessoas ou entidades públicas que se queira honrar durante as festas de São Pedro. Os Frutos utilizados são fruta lampa, nome que se dá aos primeiros frutos da estação. “Lampa” é também, além de “ alâmpada”, uma das palavras que existem em Português com o mesmo significado e “lâmpada”. Foi provavelmente da confusão entre lampa, com o sentido de fruta temporã, e lampa, com o significado de lâmpada, que surgiu o termo alâmpada para designar estas ofertas de flores e frutos que, segundo o Dr. Cortes Rodrigues, terão tido origem nas que foram feitas com os primeiros frutos colhidos depois da esterilidade provocada pela erupção vulcânica da de 1563.”

Texto de Dr. Daniel de Sá

Ribeira Grande, junho de 1994







sábado, 25 de junho de 2022

URBANSKETCHING em São Jorge


Alexandra Baptista faz parte dos Urbansketchers Portugal Açores, um coletivo de autores voluntários que tem como principal missão desenvolver o valor artístico e educacional do desenho in situ. Esta sketcher fixa no seu caderno a função documental do quotidiano. A atitude, por vezes, contemplativa amplia o espaço insular que se manifesta em experiências e ensaios que instigam o conhecimento do lugar, porque «a beleza vira-nos a alma do avesso e vai-se embora» Eugénio de Andrade, mas o desenho capta o momento e imprime-o na memória. Será feita a tentativa de implementação de uma prática de desenho in situ como forma de conhecimento, que nos convida a estar e a ver atentamente o que nos rodeia e caracteriza; Propõe uma oficina a todos aqueles que tenham o gosto pela prática do desenho e pelo caderno sobre urbansketching e a criação de um primeiro encontro na ilha de São Jorge.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Vem desenhar Santa Clara (Ponta Delgada), uma freguesia repleta de recantos, património e murais.
Prepara-te com o teu conjunto mais diverso de lápis de cor.
1º Ponto de Encontro:
Farol de Santa Clara
Final:
Mural Fénix-Umar
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quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Encontro de desenho em Cadernos | Essentia Azorica

 

A destilaria e marca de óleos essenciais de plantas endógenas, a Essentia Azorica, convida Os Urban Sketchers Azores para conhecerem as suas instalações, os seus produtos e alguns dos locais, onde se encontram as árvores , plantas e flores dos quais são extraídos os óleos. 


Vem desenhar e apurar os teus 2 sentidos, olfato e a visão ao analisar como funciona esta atividade  ecológica e os aromas terapêuticos que dela advêm.

Usar a cor é um requisito essencial mas a expressão fica ao teu critério.

Dia 20 de novembro, 10h
Ponto de encontro: Sede Grupo Marques
Rua Joaquim Marques, Pico da Pedra

Ponto de Encontro: Ponto de encontro do evento, sede Grupo Marques

quinta-feira, 24 de junho de 2021

Centro Cultural da Caloura

Gosto de pensar que a borracha, na maior parte das vezes, não me faz falta até porque não gosto de apagar. Estar nos lugares para os desenhar - in situ - permite-me ver com uma atenção redobrada e confrontar-me com as minhas próprias dificuldades. A minha viagem pelo CCC foi desafiante e inspiradora.

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Forte do Tagarete - Vila Franca do Campo

No dia 29 de maio às 10:30 vamos estar a desenhar num evento associado à Câmara Municipal de Vila Franca do Campo onde faremos uma breve visita ao Forte do Tagarete com o Arqueólogo Diogo Teixeira Dias.
Local de encontro: Praça Bento Góis 

Confirmem por e-mail a vossa intenção de participação (urbansketcherazores@gmail.com).

 

segunda-feira, 17 de maio de 2021

Noite Europeia dos Museus _02



Fomos de sala em sala e na sala das aves vimos algumas aves extintas, lá as crianças foram levadas a procurar a espécie endémica de São Miguel, o Priolo, claro! Na sala dos peixes, eu não resisti à tentação de - uma vez mais - fixar no meu caderno o Peixe Lua. E fiquei-me pela vaca de raça anã do Corvo, a peça que tem levantado polémica entre museus...

Noite Europeia dos Museus



 

domingo, 16 de maio de 2021

Noite Europeia dos Museus _01


A Noite Europeia dos Museus foi, enquanto desafio, difícil. Gostei da atividade, alguns desenhos foram feitos com marcador fluorescente, para que à noite -apenas com o frontal- conseguíssemos ver o que estávamos a fazer enquanto o Dr. João Paulo Constância pacientemente nos guiava.

domingo, 9 de maio de 2021

Centro Cultural da Caloura



 Num cantinho especial da Caloura onde se respira cultura o desenho é uma excelente terapia- centro cultural da Caloura