no local

--------------------------------* OS DESENHOS DESTE BLOGUE RESULTAM DA OBSERVAÇÃO DIRETA E FORAM FEITOS NO LOCAL *

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

56º Encontro de Diários Gráficos | Dia Internacional do Chá

Domingo dia 15 de dezembro,  das 14:30 às 17:30, os  Urbansketchers Açores  comemoram o DIA INTERNACIONAL DO CHÁ com uma visita orientada por Pedro Pascoal de Melo (*) à Gorreana, uma produtora de chá de primeira classe e de reconhecimento internacional.
«A Gorreana enquanto plantação, fábrica e museu, é o local idilico para degustar uma chávena de chá ao mesmo tempo que se pode apreciar as máquinas Marshall originais datadas de 1840 ainda em funcionamento na fábrica. O cheiro do chá fresco e das flores que circundam a propriedade associados à vista deslumbrante sobre o mar azul e o verde inebriante das montanhas constitui um autêntico paraiso tão peculiar como o chá das nossas plantações que deve as suas características únicas ao nosso clima, ao PH do solo argiloso, ácido e rico em minerais e, claro, à briza maritima que cai sobre as plantações e aos métodos de cultivo artesanais. São essencialmente estas as razões pelas quais o único local onde se produz chá na Europa há mais de um século é aqui nas plantações Gorreana na inebriante ilha de São Miguel.»

*Pedro Pascoal de Melo (Ponta Delgada, 1961). Licenciado em Estudos Portugueses (U. Açores) e em Património Cultural (U. Açores), Pós-Graduado em Património, Museologia e Desenvolvimento (U. Açores). Membro do Instituto Cultural de Ponta Delgada. Investigador na área do Património, Arte e História local. Tem desenvolvido trabalho sobre a História do chá nos Açores, nomeadamente sobre as fábricas da Mafoma e Gorreana.*Pedro Pascoal de Melo (Ponta Delgada, 1961). Licenciado em Estudos Portugueses (U. Açores) e em Património Cultural (U. Açores), Pós-Graduado em Património, Museologia e Desenvolvimento (U. Açores). Membro do Instituto Cultural de Ponta Delgada. Investigador na área do Património, Arte e História local. Tem desenvolvido trabalho sobre a História do chá nos Açores, nomeadamente sobre as fábricas da Mafoma e Gorreana.
Os Urban Sketchers Portugal Açores são um grupo - informal - de amantes do desenho que desenham em cadernos as cidades onde vivem, os sítios por onde viajam, encontram-se para desenhar de vez em quando e respeitam o manifesto.


domingo, 1 de dezembro de 2019

Montes da Ladeira da Velha

A Batalha da Ladeira da Velha
"No dia 3 de Agosto de 1831, nos Montes da Ladeira da Velha, localizados a Nascente deste Miradouro (Santa Iria), Concelho de Ribeira Grande, as tropas de D. Pedro IV haviam de vencer o exército do Rei de tradição absolutista, seu irmão, D. Miguel. Foi uma Batalha decisiva. Por ela se consolidou a vitória das forças liberais no Arquipélago dos Açores, bem como se abriu o caminho que, depois de uma guerra civil cruenta, levaria em Évora Monte, aos 26 de Maio de 1834, à queda do absolutismo e à reposição, em Portugal, da Carta Constitucional."


(Lápis de cor, caneta califráfica, grafite e Aguarela)                                                                                                                                        «insitu»          

10 anos USkP


quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Encontro 55 USkP Açores



Encontro 55 USkP Açores

Desenhei um dos cismógrafos e alguns objetos antigos que se encontram expostos no local. Adicionei adicionei a cor dos fundos em casa. Estes objetos que estão atualmente em exposição já foram substituidos por tecnologia digital. Os registos -em papel- são absolutamente fascinantes. 


Mal nos depedimos das pessoas do IPMA, estavam a trabalhar e aterefados com o Sebestian. Acenámos e corremos - sob a ameaça de chuva - para o portão de entrada para a foto de grupo.

Ivan Ferreira | USK Açores - IPMA - Observatório Afonso Chaves | 55º Encontro | 23 NOV 2019

Registos Sísmicos numa visita ao IPMA - Instituto Português do Mar e da Atmosfera

Observatório Afonso Chaves

55º Encontro de Diários Gráficos, USk P Açores, São Miguel
Os registos deste evento começaram com a ideia de catalogar os aparelhos e alguns objetos interessantes do Observatório com mais pormenor mas não estava com muita paciência e decidi fazer umas experiências.
Transformei a minha mão e a caneta num sismógrafo (objecto que levou-me a paciência).
Um autêntico abalo sísmico neste diário gráfico com a caneta. Coloquei em formato "memorial descritivo" todos aqueles aparelhos e objectos interessantes que poderia ter desenhado... :D