sexta-feira, 1 de julho de 2016

Do caderno dos Açores




Lagoa do Fogo. Gosto tanto dela praticamente sem a intervenção do homem. No seu estado puro.

Fui já no fim do dia e o tempo era pouco, assim resolvi usar a tinta da China rapidamente e dar apenas uma aguarelada na água.

Teria ficado ali muito mais tempo mas precisava que as pessoas falassem mais baixo e soubessem ouvir o silêncio.

1 comentário:

Alexandra Baptista disse...

É o problema do «turismo desenfreado», perde-se o silêncio... e da falta de cisvismo também. Em relação ao desenho é interessante ver esta paisagem neste registo tão «forte», gosto.