Nas férias da Pascoa fui ao Porto durante 10 dias e estes foram os desenhos que fiz durante a viagem para lá.
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--------------------------------* OS DESENHOS DESTE BLOGUE RESULTAM DA OBSERVAÇÃO DIRETA E FORAM FEITOS NO LOCAL *
«Não se deve querer fazer uma vez mais aquilo que a Natureza já fez perfeito. Não se deve querer parecer verdadeiro pela imitação das coisas.»
George Braque in «Cahiers de G. Braque»
terça-feira, 7 de abril de 2015
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Solmar
terça-feira, 31 de março de 2015
Olhar para...
Sentada na Marina a olhar para Ponta Delgada enquanto esperava pelo José Artur. Ali, o desafio é sempre o mesmo: a profundidade...
o último plano está todo «errado»... é impressionante como o desenho nos pode enganar!
Além disso, o dia estava luminoso e o céu azul...tanto quanto o mar.
segunda-feira, 23 de março de 2015
sexta-feira, 20 de março de 2015
«Off-shore»
De vez em quando parecem, no horizonte, umas curiosidades e lá fomos ao seu encontro. Procurámos o melhor sítio para espreitar sem que o molhe da doca nos tapasse a vista. Acompanhado do «pequeno» rebocador configurou-se uma plataforma petrolífera que é uma estrutura usada para extração de petróleo em alto mar. O que será que, por aqui, andam a fazer????
(Pilot G-TEC-C4, grafite e aguarela) | «in situ» |
(Pilot G-TEC-C4, grafite e aguarela) | «in situ» |
quarta-feira, 18 de março de 2015
Apresentação dos projetos desenvolvidos no workshop de Arquitetura
Parque Atlântico
domingo, 15 de março de 2015
é já ali...
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| Descobri uma esplanada em frente ao mar, mais uma, junto à marginal e eleva-se ligeiramente do chão fazendo-nos pensar e mergulhar na imensidão da paisagem. A vivência insular está sistematicamente associada à escala e às limitações espaciais mas, viver numa ilha - aqui -também pode significar- ao contrário do que se pensa- aproximação ao infinito... (Pilot G-TEC-C4, grafite e aguarela) | «in situ» | |
sábado, 14 de março de 2015
«Desnovelar...»
Levei algum tempo «estender» a linha até que ela tomou conta do desenho...
(Pilot G-tec-C4Grafite, e aguarela) | «in situ» |
domingo, 8 de março de 2015
Portas do Mar | São Pedro
quinta-feira, 5 de março de 2015
7º Encontro | Sete Cidades | 01/03/15
Lagoa das Sete Cidades
O primeiro desenho do encontro ..
Esplanada [Frente Urbana na Lagoa das Sete Cidades]
No café enquanto se bebia chá depois de um dia gelado.
quarta-feira, 4 de março de 2015
Bar | Biblioteca Pública e Arquivo Regional
Igreja da Matriz | Clube Micaelense
7º Encontro USk
Enquanto estava na conversa, decidi estrear a sanguínea.
Paisagem agradável.
Apanhámos umas pelo caminho, achei interessante.
Durante uma visita à cidade, encontrámos uma árvore que nos chamou à atenção pela sua cor.
terça-feira, 3 de março de 2015
7º encontro USK
O primeiro desenho deste encontro.
Lagoa das Sete Cidades.
Antes de fazer este desenho tive a tirar 'selfies' com a Luísa e o Pedro.
Lagoa das Sete Cidades.
Lagoa das Sete Cidades
Umas casas ao pé da lagoa.
Obra do Arquiteto Souto Moura.
Uma Palmeira
Desenhei o pontão e depois tivemos a tirar mais 'selfies'.
Encontro 07 | Sete Cidades | 01 Março 2015 #02
Apreciei, novamente, a obra do Arquiteto Souto Moura que vai estando- gradualmente- mais cúmplice da envolvência.
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Este foi um encontro muito especial, porque também participaram os membros do grupo internacional: Brenda Murray, Gabi Campanario, Jessie Chapman e Mário Linhares que vieram -este ano- até Ponta Delgada para organizar a programação anual. |
Encontro 07 | Sete Cidades | 01 Março 2015 #01
«Conta a lenda que há muitos, muitos anos, no lugar onde hoje fica a freguesia das Sete Cidades, existia um grande reino onde vivia uma jovem princesa de olhos azuis, muito bela e bondosa.
A princesa gostava muito da vida no campo e uma das suas actividades favoritas era passear pelos campos, sentindo o cheiro das flores, molhando os pés nas ribeiras ou apenas apreciando a beleza dos montes e vales que rodeavam o reino.
Um dia, durante um dos seus longos passeios, a jovem princesa passou por um prado onde pastava um rebanho. Ali perto, tomando conta do seu rebanho, estava um simpático pastor de olhos verdes, com quem a princesa decidiu conversar.
A princesa e o pastor falaram muito. Falaram dos animais, das flores, do tempo e de todas as coisas simples e belas que os rodeavam. Depois deste dia, os dois passaram a encontrar-se todos os dias para conversar.
Os dias e as semanas foram passando, e a princesa e o pastor encontravam-se todos os dias no mesmo lugar onde se tinham conhecido. Com o passar do tempo foram-se apaixonando e acabaram por trocar juras de amor eterno.
Mas a notícia dos encontros da princesa com o pastor acabaram por chegar aos ouvidos do rei, que não ficou nada satisfeito. Queria ver a sua filha casada com um príncipe de um dos reinos vizinhos e, por isso, proibiu-a de voltar a ver o pastor.
Por respeito ao pai, a princesa aceitou esta cruel decisão, mas pediu-lhe que a deixasse ir mais uma vez ao encontro do pastor para se poder despedir dele. Sensibilizado, o rei disse-lhe que sim.
A princesa e o pastor encontraram-se pela última vez nos verdes campos onde se conheceram… Mais uma vez, passaram o tempo a falar longamente sobre o seu amor e igualmente sobre a sua separação.
Enquanto conversavam choravam também.
E choravam tanto que as lágrimas dos olhos azuis da princesa correram pelo vale e formaram a lagoa azul; já as lágrimas dos olhos verdes do pastor caíram com tanta intensidade que formaram a lagoa de água verde.
Por fim, os dois amados despediram-se e as lágrimas choradas pela sua separação formaram duas lagoas que ficaram para sempre juntas - tal como os dois enamorados, nunca se poderiam unir, mas também nunca se iriam separar.
Uma é a Lagoa Azul, a outra é a Lagoa Verde: são chamadas de "Lagoas das Sete Cidades". Nos dias de sol mais brilhantes, as cores das duas lagoas são tão intensas que quase se consegue imaginar o olhar apaixonado do pastor dirigido para a sua princesa».
Uma é a Lagoa Azul, a outra é a Lagoa Verde: são chamadas de "Lagoas das Sete Cidades". Nos dias de sol mais brilhantes, as cores das duas lagoas são tão intensas que quase se consegue imaginar o olhar apaixonado do pastor dirigido para a sua princesa».
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