(A)riscar o Património Jardim José do canto, Eu Arnaldo Silva aqui mando o desenho que fiz em 28SET2019
Ja agora faço um pedido posso publicar outros trabalhos ?
Cumprimentos, agradecido.
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--------------------------------* OS DESENHOS DESTE BLOGUE RESULTAM DA OBSERVAÇÃO DIRETA E FORAM FEITOS NO LOCAL *
«Não se deve querer fazer uma vez mais aquilo que a Natureza já fez perfeito. Não se deve querer parecer verdadeiro pela imitação das coisas.»
George Braque in «Cahiers de G. Braque»
domingo, 29 de setembro de 2019
sábado, 28 de setembro de 2019
quarta-feira, 25 de setembro de 2019
terça-feira, 24 de setembro de 2019
(a)Riscar o Património 6ª ed.
53º encontro USK PORTUGAL Açores
(a)Riscar o Património/Heritage Sketching é uma iniciativa da DGPC – Direção-Geral do Património Cultural, com apoio dos Urban Sketchers Portugal, integrada nas Jornadas Europeias do Património, que decorrem todos os anos em todo o país, durante o mês de Setembro. São Miguel recebe, uma vez mais, o (a)Riscar o Património – Heritage Sketching. Trata-se de um encontro nacional de desenho de património, a realizar-se no sábado dia 28 de Setembro, sob o tema “Artes, Património e Lazer”. Este evento, coordenado pela DGPC, terá lugar no Jardim José do Canto, em Ponta Delgada e resulta da colaboração estreita entre a Fundação Jardim José do Canto, os USkAçores e alguns amigos de «sentir poético».
O projeto tem como propósito alargar o conceito de património a outro tipo de interpretações e representações, associando-se ao desenho como forma de expressão privilegiada, espontânea e lúdica. O caderno enquanto suporte de registo, possibilita uma melhor observação, permite ao seu utilizador uma memória única, permanente e detalhada sobre o tema desenhado. Um momento que acaba por ser incorporado indelevelmente, de forma sensitiva e cognitiva, definindo assim uma relação diferente com o património.
O projeto tem como propósito alargar o conceito de património a outro tipo de interpretações e representações, associando-se ao desenho como forma de expressão privilegiada, espontânea e lúdica. O caderno enquanto suporte de registo, possibilita uma melhor observação, permite ao seu utilizador uma memória única, permanente e detalhada sobre o tema desenhado. Um momento que acaba por ser incorporado indelevelmente, de forma sensitiva e cognitiva, definindo assim uma relação diferente com o património.
A iniciativa dirige-se a todos os amantes do desenho e conta com uma adesão cada vez maior de participantes. Dos trabalhos resultantes dos encontros nacionais organiza-se, como habitualmente, uma exposição itinerante que leva a todo o país desenhos que reflectem o universo de todos os que riscam e arriscam – no desenho, no património e na vida.
EQUIPAMENTO: Caderno e utensílios de desenho
Água, refeição ligeira (a cargo de cada participante)
Água, refeição ligeira (a cargo de cada participante)
11:00 h | início
- Receção aos participantes
11:15 h | Visita Guiada ao Jardim
12:30 h | Almoço/ Piquenique - Sala da Relva
- Poesia dedicada a Luís de Camões (*) e à natureza
14:00 h | Desenhar no Jardim
16:00 h | Partilha de desenhos e fotografia de grupo
(*) José do Canto foi um apaixonado bibliófilo e camonista, colecionando uma biblioteca pessoal com cerca de 18 mil títulos, editados do século XV ao século XIX, que, entre outras preciosidades, incluía um exemplar da primeira edição de Os Lusíadas. A coleção, resultante das múltiplas compras que José do Canto fez nos Açores e a vários alfarrabistas em Portugal, França e Inglaterra, constitui, desde Maio de 1942, um dos fundos integrados na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada.
A coleção camoniana de José do Canto é considerada como a segunda melhor existente, reunindo todas as edições de Os Lusíadas saídas a público em português até 1898, ano da morte de José do Canto, o que corresponde a cerca de 110 edições, publicadas entre 1572 e 1892. Estão ainda incluídas 105 edições em várias línguas, incluindo húngaro, alemão, inglês, francês, italiano, espanhol, russo e japonês.
A coleção camoniana de José do Canto é considerada como a segunda melhor existente, reunindo todas as edições de Os Lusíadas saídas a público em português até 1898, ano da morte de José do Canto, o que corresponde a cerca de 110 edições, publicadas entre 1572 e 1892. Estão ainda incluídas 105 edições em várias línguas, incluindo húngaro, alemão, inglês, francês, italiano, espanhol, russo e japonês.
Localização: http://www.josedocanto.com/localizacao-location
Organização: Direção-geral do Património Cultural, Urbansketchers Portugal Açores e Fundação Jardim José do Canto
Coordenação local: João Moniz e Maria João Ruivo
Poemas ditos por: Aníbal Pires, Fernando Nunes, João Malaquias e Maria João Ruivo
Esclarecimentos e inscrições: urbansketchersazores@gmail.com
Anfitriã: Alexandra Baptista
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Etiquetas:
(a)Riscar o património
Encontro 53 USkP Açores
São Miguel
Açores
2019
(a)Riscar o património
Encontro 53 USkP Açores
São Miguel
Açores
2019
segunda-feira, 16 de setembro de 2019
Festa do milho
Pico vermelho - Ajuda da Bretanha - festa do milho.
Lá para os lados da costa norte, numa freguesia vizinha do mar de janela aberta a uma paisagem deslumbrante, comemora -se por esses dias a festa do milho. Tendo como anfitrião o moinho do.pico vermelho o milho foi rei de festa. Iguarias deliciosas fizeram nos voltar ao tempo em que o milho fazia parte das refeições nas mesas das famílias acorianas. O arroz doce, o milho cozido, as malassadas e as papas de carolo fazem nos degustar de sabores únicos. Sinal dos tempos modernos e como o passado e o presente parecem querer andar de mãos dadas, lá se via também a juventude a preferir a " comida moderna" - pizza, bifanas coca cola etc. As crianças brincavam alegremente de roda do moinho, enquanto os mais vividos recordavam histórias do tempo em que as velas do moinho ainda trabalhavam. A música pimba animava a noite que com um cheirinho a outono vinha chegando depois do sol ir descansar escondido nos montes verdes deste recanto nortenho povoado de pessoas simples e amáveis na sua maneira de receber.
Que saibamos sempre apreciar aquilo que é nosso e genuíno e ter tempo para apreciar as coisas simples da vida. Ter tempo para viver o nosso tempo.
Ana Cristina Arruda
Desenho Pedro Arruda
Lá para os lados da costa norte, numa freguesia vizinha do mar de janela aberta a uma paisagem deslumbrante, comemora -se por esses dias a festa do milho. Tendo como anfitrião o moinho do.pico vermelho o milho foi rei de festa. Iguarias deliciosas fizeram nos voltar ao tempo em que o milho fazia parte das refeições nas mesas das famílias acorianas. O arroz doce, o milho cozido, as malassadas e as papas de carolo fazem nos degustar de sabores únicos. Sinal dos tempos modernos e como o passado e o presente parecem querer andar de mãos dadas, lá se via também a juventude a preferir a " comida moderna" - pizza, bifanas coca cola etc. As crianças brincavam alegremente de roda do moinho, enquanto os mais vividos recordavam histórias do tempo em que as velas do moinho ainda trabalhavam. A música pimba animava a noite que com um cheirinho a outono vinha chegando depois do sol ir descansar escondido nos montes verdes deste recanto nortenho povoado de pessoas simples e amáveis na sua maneira de receber.
Que saibamos sempre apreciar aquilo que é nosso e genuíno e ter tempo para apreciar as coisas simples da vida. Ter tempo para viver o nosso tempo.
Ana Cristina Arruda
Desenho Pedro Arruda
Santa Bárbara, domingo de surf
quinta-feira, 12 de setembro de 2019
Praia dos Santos, São Roque, ponta delgada, açores
Não são necessárias muitas técnicas, materiais, assuntos, suportes. Não é necessário desenhar como os grandes mas sim, olhar como as crianças. Aquelas que já fomos e que escondemos atrás das nossas vidas de responsabilidade. Aquele olhar que nos faz sorrir quando vemos um filho a desenhar uma pessoa com 5 pernas e um nariz com formato de batata ou ouvimos um filho a falar sobre um qualquer assunto da atualidade a explicar o assunto como se fosse a pessoa que mais entendesse dele. Para tudo, as coisas pequeninas são aquelas que nos escapam muitas vezes e que carecem de maior atenção,pormenor e dedicação.
#urbansketcher #urbansketching @urbansketchersazores #pencil #sea #ocean #mar #oceano #clouds #nuvens #céu #sky #crianças #children
quinta-feira, 5 de setembro de 2019
quarta-feira, 4 de setembro de 2019
terça-feira, 3 de setembro de 2019
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
Igreja Matriz de Ponta Delgada
Desenho feito no café central em Ponta Delgada, junto à Igreja Matriz, no nosso segundo dia nos Açores.
domingo, 1 de setembro de 2019
Azores Burning Summer Festival
Desenhos possíveis ontem à noite no #azoresburningsummerfestival. Gostei tanto de estar em frente a estes dois "suaves"! #mariolaginha e #tcheka
A #saratavares foi a única que não representei. Estive ocupada demais a dançar. Nunca a tinha visto ao vivo e, de facto, não desilude, absorve!
No final, em tom de muita festa com a Mãe Terra, só alguns tinham pés para dançar, talvez porque estivessem descalços, eu, aproveitei e encostei-me perto de uma coluna e fiquei a desenhar ao som da batida dos #terrakota.
Amigos, Alexandra Baptista Paula Amaral Paulo Brilhante Graça Viveiros, os Urban Sketchers Açores, estiveram lá. Isto seria uma desculpa perfeita para um encontro.
Pois ontem (31 agosto) no #azoresburningsummerfestival fozores i, para mim, um noite de outros prazeres. Levei comigo o meu futuro, o filho da mãe. E ele é de facto, uma criança feliz e cheio de musica dentro de si.
Quando fiz este único desenho, já tínhamos, tomado banhoca no mar, apanhado umas ondas, dançado numa jam session junto à praia com os músicos da noite anterior e onde tive o descaramento de pedir ao Mário Laginha e ao Tcheka um autógrafo nos desenhos que fiz deles. Gente boa, de sorriso aberto.
Depois, ainda brincámos mais um bocadinho e fomos até ao espaço levados por uma bola de espelhos iluminada no centro do dance floor. Quando, finalmente, nos sentámos a ouvir o #salvadorsobral, que obviamente é um artista genial (digam o que disserem) ele experimenta e não tem vergonha daquilo que faz, consegui parar e riscar, com a luz possível o cenário abaixo de mim.
Todos sentados, a pedido do artista, iluminados no ambiente intimista possível num festival de verão.
No final...o meu herói, o puto, aterrou cansado, ao som da música. Urban Sketchers Açores
@azoresburningsummer
A #saratavares foi a única que não representei. Estive ocupada demais a dançar. Nunca a tinha visto ao vivo e, de facto, não desilude, absorve!
No final, em tom de muita festa com a Mãe Terra, só alguns tinham pés para dançar, talvez porque estivessem descalços, eu, aproveitei e encostei-me perto de uma coluna e fiquei a desenhar ao som da batida dos #terrakota.
Amigos, Alexandra Baptista Paula Amaral Paulo Brilhante Graça Viveiros, os Urban Sketchers Açores, estiveram lá. Isto seria uma desculpa perfeita para um encontro.
Pois ontem (31 agosto) no #azoresburningsummerfestival fozores i, para mim, um noite de outros prazeres. Levei comigo o meu futuro, o filho da mãe. E ele é de facto, uma criança feliz e cheio de musica dentro de si.
Quando fiz este único desenho, já tínhamos, tomado banhoca no mar, apanhado umas ondas, dançado numa jam session junto à praia com os músicos da noite anterior e onde tive o descaramento de pedir ao Mário Laginha e ao Tcheka um autógrafo nos desenhos que fiz deles. Gente boa, de sorriso aberto.
Depois, ainda brincámos mais um bocadinho e fomos até ao espaço levados por uma bola de espelhos iluminada no centro do dance floor. Quando, finalmente, nos sentámos a ouvir o #salvadorsobral, que obviamente é um artista genial (digam o que disserem) ele experimenta e não tem vergonha daquilo que faz, consegui parar e riscar, com a luz possível o cenário abaixo de mim.
Todos sentados, a pedido do artista, iluminados no ambiente intimista possível num festival de verão.
No final...o meu herói, o puto, aterrou cansado, ao som da música. Urban Sketchers Açores
@azoresburningsummer
quarta-feira, 21 de agosto de 2019
sexta-feira, 16 de agosto de 2019
terça-feira, 13 de agosto de 2019
quinta-feira, 8 de agosto de 2019
quarta-feira, 7 de agosto de 2019
trilho do Moinho do Félix
No trilho do Moinho do Félix passamos, pelo menos, por três cascatas, uma delas é a do Teófilo.
(Lápis de cor, caneta califráfica, grafite e Aguarela) «insitu»
terça-feira, 6 de agosto de 2019
segunda-feira, 5 de agosto de 2019
domingo, 4 de agosto de 2019
sexta-feira, 2 de agosto de 2019
Desenhar com Nathalia Cavalcante
Foi um prazer enorme desenhar com a Nathalia aqui em São Miguel, para além da simpatia contagiante, transmitiu com sabedoria e inteligência o seu gosto e vontade de desenhar. Desafiou-nos a explorar sobreposições da paisagem urbana com objetos e/ou pessoas. O Anfiteatro das Portas do Mar foi palco do nosso encontro, que se abrilhantou com caras novas e com alguns dos recém chegados prontos para o Vádio 2019.
quinta-feira, 1 de agosto de 2019
O primeiro
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