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quinta-feira, 7 de novembro de 2019
domingo, 13 de outubro de 2019
quinta-feira, 10 de outubro de 2019
quarta-feira, 9 de outubro de 2019
terça-feira, 8 de outubro de 2019
segunda-feira, 7 de outubro de 2019
sábado, 5 de outubro de 2019
(a)Riscar o Património | Jardim Botânico José do Canto_05
Moraceae
nome vulgar: Árvore-da-borracha-australiana
origem: Austrália
porte: Árvore
A Figueira Australiana é uma árvore deslumbrante, pelo tamanho e pela volumetria que as raízes suas raizes adquirem, tanta criançada que entre elas se esconde. Esta deu-me luta, os ensaios foram rápidos e o tempo escasseava.
Estávamos quase, quase a chegar ao fim do encontro, eu e o Zé ainda queríamos passar nos nenúfares que ficavam a caminho da estátua que Francisco Xavier da Costa fez de José do Canto, onde combinámos fazer fotografia final. Deixei de parte a Canforeira, os Babús e tantas coisas porque o tempo não dá para tudo.
(Lápis de cor, caneta califráfica, marcador e acrílico) «insitu»
sexta-feira, 4 de outubro de 2019
(a)Riscar o Património | Jardim Botânico José do Canto_04
quinta-feira, 3 de outubro de 2019
quarta-feira, 2 de outubro de 2019
(a)Riscar o Património | Jardim Botânico José do canto_03
(a) Riscar o Património - Jardim Botânico José do Canto
![]() |
| Componentes do Jardim Botânico José do Canto, para além de elementos representativos são um pedaço da história açoriana. |
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(A)riscar o Património,
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6ª edição,
Açores,
Encontro 54 USkP Açores,
Jardim Botânico José do Canto,
Mariana Martins,
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(a) Riscar o Património
(a)Riscar o Património
Jardim Botânico José do Canto- Artes, Património e Lazer
Comemorou-se no dia 28 de setembro mais um
(a) Riscar o Património. Uma iniciativa dos Urban Sketchers Portugal
conjuntamente com a Direção Geral do Património Cultural, Urban
Sketchers Açores e Fundação José do Canto.
O anfitrião foi o imponente Jardim José do
Canto, mesmo no coração da cidade de Ponta Delgada. Debaixo de um calor
ardente e humidade tão caraterística das nossa ilhas, fomos amavelmente
recebidos por um elemento da Fundação José
do Canto.
Um jardim que posso dizer que foi “ o jardim
da minha infância”. Tive o privilégio de nascer e crescer a dois
minutos do referido monumento natural.
Infelizmente nos anos 80 o jardim esteve ao
abandono, o que por um lado facilitava o acesso ao mesmo. Muitas foram
as vezes que juntamente com os meus irmãos e vizinhos brinquei por entre
as majestosas árvores e caminhos abandonados,
num labirinto de risadas e corridas, escondendo gargalhadas e alegrias
por detrás dos largos troncos.
Também recordo com saudade o “meu querido
pai” com o nosso pastor alemão de seu nome “conselheiro” que tantos
passeios ali davam.
Depois de uma breve viagem ao passado, voltamos ao presente….
José do canto nasceu em 1820 e casou com uma jovem prima de famílias abastadas da ilha do Faial.
Desde sempre se interessou pelas árvores, agricultura e cultura do chá.
Começamos com uma breve visita à Ermida de
Sant´Ana. Pequena, simples, mas bela. Outrora usada para cerimónias
fúnebres. No mês de julho comemorava-se a festa de Sant Ana, com
procissão, bazar e comes e bebes.
Era uma festa de vizinhança. Como posso não regressar de novo ao passado??
Continuando a navegar no dia de hoje, fomos
visitando o jardim por entre espécies raras e majestosas que nos abriam
os braços num misto de boas vindas e simpatia pelo grupo que atarefado
preparava o papel e o pincel para começarem
a “desenhar o património “. O Grande PATRIMÓNIO que José do Canto nos
deixou. O legado que temos de amar e cuidar. Espécies vindas da Europa e
Estados Unidos, algumas delas plantadas pelo próprio José do Canto .
Cantinho reservado a espécies endémicas em
homenagem aos Açores . Logo ali, vizinho um recanto de bambu a dar um
toque oriental ao som da melodia dos passarinhos que por ali habitam
Paragem obrigatória junto à majestosa
estátua de José do Canto. Altiva figura com um livro debaixo do braço
direito e com um olhar projetado para o futuro. Olhando para a minha
rua. A rua do Frias que fica mesmo em frente ao jardim.
E lá voltei ao passado….
De realçar que este monumento foi uma homenagem de Augusto Ataíde no ano de 1950.
E fomos andando e devagando por entre
árvores centenárias num misto de verdes que nos transmitem uma esperança
de uma ambiente saudável, numa altura em que se fala tanto do clima e
das suas consequência para o nosso bem estar e sobrevivência.
Que hajam muitos “José do Canto” e que saibamos aprender com a experiência e legado que nos deixou como herança.
O roseiral colorido alegrava o nosso
percurso até que chegamos à zona do Palácio, sem antes vermos a estufa
que hoje é utilizada apenas para eventos sociais e que outrora era usada
para plantios.
Chegava a hora de almoço e o ar saudável
abria o apetite. Um galo de penas coloridas dava as boas vindas à “sala
verde”, onde fizemos um pic-nic à beira da piscina.
Descansados e saciados, fomos agraciados com
um inspirador momento de poesia de Camões e Cesário Verde, entre
outros. Poemas de e para a natureza recitados de forma poética e
agradável aos nossos ouvidos.
José do Canto era também um homem das letras e das artes em geral.
Respirava-se cultura, arte e bem-estar.
Letras, desenhos e natureza. Um trio perfeito num dia perfeito num
jardim maravilhoso. O jardim José do Canto. O “meu” jardim. O “nosso”
jardim. O jardim “pulmão e património “ da nossa cidade,
da nossa ilha, do nosso arquipélago, do nosso mundo que se quer cada
vez mais saudável e arborizado.
“A saudade nunca leva ao início do tempo”- diz o poeta. Com essa iniciativa senti saudade e consegui ir ao início do tempo.
Vivi o tempo passado, o tempo presente e o desejo de viver o tempo futuro.
Respirava-se cultura, arte e bem-estar. Letras, desenhos e natureza. Um trio perfeito num dia perfeito num jardim maravilhoso. O jardim José do Canto. O “meu” jardim. O “nosso” jardim. O jardim “pulmão e património “ da nossa cidade, da nossa ilha, do nosso arquipélago, do nosso mundo que se quer cada vez mais saudável e arborizado.
“A saudade nunca leva ao início do tempo”- diz o poeta. Com essa iniciativa senti saudade e consegui ir ao início do tempo.
Vivi o tempo passado, o tempo presente e o desejo de viver o tempo futuro.
Desenhos: Pedro Arruda
Texto: Ana Cristina Arruda
(a)Riscar o Património | Jardim Botânico José do Canto_02
«José do Canto (1820-1898) foi um homem rico, culto e amante da natureza. Profundo conhecedor dos segredos da botânica, estabeleceu contactos com jardins botânicos e viveiristas de todo o mundo, a quem comprou, vendeu ou trocou plantas.
Desde os anos cinquenta do século XIX fez do seu jardim, no sítio de Santana, em Ponta Delgada, um extraordinário espaço de aclimatação para milhares de espécies, muitas delas utilizadas posteriormente nas suas matas ajardinadas das Furnas e da Lagoa do Congro.»
Nós, Urbansketechers Açores, tivemos o previlégio de poder usufruir da Sala da Relva e jardim contíguo à casa. Ali pudemos ouvir poesia pelas belas vozes dos Aníbal Pires, Fernando Nunes, João Malaquias e Maria João Ruivo. A eles e à Fundação Jardim José do Canto, muito obrigada.
terça-feira, 1 de outubro de 2019
domingo, 29 de setembro de 2019
(a)Riscar o Património | Jardim Botânico José do canto
«José do Canto (1820-1898) foi um homem rico, culto e amante da natureza. Profundo conhecedor dos segredos da botânica, estabeleceu contactos com jardins botânicos e viveiristas de todo o mundo, a quem comprou, vendeu ou trocou plantas.
Desde os anos cinquenta do século XIX fez do seu jardim, no sítio de Santana, em Ponta Delgada, um extraordinário espaço de aclimatação para milhares de espécies, muitas delas utilizadas posteriormente nas suas matas ajardinadas das Furnas e da Lagoa do Congro.»
A 6ª edição do Arriscar o Património em Ponta Delgada foi bastante animada. O Jardim encheu-se de amantes do desenho, formou-se uma vez mais um grande grupo e heterogéneo. Às 11:15 lá estavamos nós a iniciar a visita ao jardim com um grupo muito composto. Algumas pessoas disseram que viriam mais tarde e juntaram-se a nós na Sala da Relva.
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