O último dia na praia da Falésia, em Vilamoura, enquanto espreitava o meu filho que brincava, ao longe, numa «gaivota-escorrega», pensei na beleza da interação das crianças que rapidamente fazem amizade brincando sem constrangimentos ou desconfianças. Enquanto isso, fiz uma «varredura» com o olhar acompanhado pela mão que «desenrolava» a linha. Como se o novelo se fosse desfazendo e sem levantar a mão, escrevi continuamente. A linha saltava para os obstáculos encontrados pelo olhar, foi tudo muito rápido mas, tenho a sensação agradável de ter escrito menos e desenhado mais.
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«Não se deve querer fazer uma vez mais aquilo que a Natureza já fez perfeito. Não se deve querer parecer verdadeiro pela imitação das coisas.»
George Braque in «Cahiers de G. Braque»
domingo, 14 de setembro de 2014
sábado, 13 de setembro de 2014
Escales Improbables - Montreal
| Quando olho para este desenho, volto a ouvir a cigarra que acompanhou todo o concerto que desenhei. O que mais gosto do desenho é a capacidade dos mesmos conterem memórias associadas aquilo que se representou. |
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