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quarta-feira, 3 de abril de 2019

473º Aniversário da Cidade de Ponta Delgada


473º aniversário da Cidade de Ponta Delgada


Dia de Aniversário da Cidade de Ponta Delgada | 2 de abril



473º Aniversário da Cidade de Ponta Delgada



Hoje, 2 de Abril, dia em que Ponta Delgada foi elevada a cidade, no reinado de D. João III, conforme carta régia de 1546, prestámos homenagem a Antero de Quental. Estivemos - em pequeno grupo - com a ESAQ e com a Maria João Ruivo que coordenou um grupo de pessoas que declamou sonetos de Antero no local onde pôs termo à sua vida. Fêz-se ali, a apologia à vida através da sua obra.
 «Deve haver uma relação profunda entre o homem e a terra em que nasceu e se criou».
Antero de Quental

 (Tinta caligráfica,  aguarela, lápis de cor e marcador)                                                                                                                                                «insitu»

terça-feira, 2 de abril de 2019

Dia Internacional dos Centros Históricos

Vila Franca, 30 de março, 2019
(A chuva não facilitou a vida aos sketchers, que vinham com ideias de registar os recantos da Vila. E muito fizeram. Como não sei desenhar, aqui fica um pouco do meu esboço, a fazer prova de que lá estive, embora num outro tempo…)
Aquela manhã parecia igual a todas as outras manhãs do mundo. Acordaram gratos pela vida, repetindo os gestos de todos os dias…
Depois foi o terror perante aquele ronco vindo do interior da terra. A Serra a abater-se sobre o povoado. A impotência perante a fúria divina. O medo. A indagação sobre que pecados tão grandes teriam sido cometidos para despertar em Deus essa zanga e esse castigo tão desmedidos. O pasmo humano, perante o poder inultrapassável dos deuses todos.
E o desespero. A busca, em agonia, de algum sopro de vida debaixo dos escombros. A fúria rouca da terra a juntar-se à dor amarga dos homens perante esse implacável tribunal divino.
Foi então o nascer das Romarias. Os prantos, em pedidos de perdão, à Virgem. Os lamentos dolorosos pelos caminhos perdidos da Ilha. Esses cânticos dolentes que vêm do princípio de tudo, que mergulham no fundo do tempo e do espírito…
Maria João Ruivo

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Dia Internacional dos Centros Históricos


Dia Internacional dos Centros Históricos

Ilhéu de Vila Franca do Campo

Dia Internacional dos Centros Históricos



O Dia Internacional dos Centros Históricos comemorou-se em Vila Franca do Campo com osUrban Sketchers Açores debaixo de chuva, não esteve nada agradável, mas melhores dias virão. Tive pena, diversos desenhos que iniciei a aguarela... desfizeram-se com a água, retoquei alguns posteriormente. 
Desci até à Ermida de Santa Catarina, no Largo do Infante, estava aberta e abriguei-me. Da porta da ermida desenhei a rua, à esquerda avistava o Ilheu (aquele corpo de terra -magnifico- que parece flutuante) e à direita ainda conseguia ver a torre da Câmara Municipal. Depois virei-me para dentro e desenhei - por sobreposição - as senhoras que ali estavam cantando o terço, como se se dirigissem ao mar. Embora o tempo se apresentasse  pouco colaborativo, o grupo esteve muito composto e não desistiu.

 (Tinta caligráfica,  aguarela, lápis de cor e marcador)                                                                                                                                           «insitu»