A casa que também testemunha os livros que ali se escreveram abriu-se aos Urbansketchers Açores e, para nós, pousou serena. Atualmente aquelas paredes «vão morrendo em sossego»(1) e é pena que não se abra «museologicamente» ao público. (1) Daniel de Sá
quarta-feira, 10 de outubro de 2018
(a)Riscar o Património- Partilhar memórias #2
(a)Riscar o Património- Partilhar memórias #1
A 5ª Edição do (a)Riscar o património foi na Maia, uma freguesia do Conselho da Ribeira Grande, onde viveu Daniel de Sá, o escritor Micaelense. No nº8 da Rua dos Foros situa-se aquela que foi a sua habitação, que acolheu e tertúliou a obra e a vida do escritor.
Daniel de Sá «Era um escritor do seu povo, como uma vez ouvi Clara Ferreira Alves dizer de José Cardoso Pires. Pires era - ou tornara-se - de Lisboa e escrevia em primeiro lugar sobre a Lisboa (e o Portugal, continental) que conhecia. Sá era açoriano, de uma freguesia rural, e um dos seus romances mais conhecidos é "Ilha Grande Fechada", história de um homem que dá a volta à São Miguel numa romaria e que é todo um tratado ficcional sobre uma determinada geração de açorianos, na sua relação com a religião e a religiosidade, o "outro lado" - neste caso, o Canadá -, a guerra colonial, a relação com a pátria. Não falta também a esse romance uma crónica de costumes sobre a desigualdade social, o conservadorismo da terra e a cusquice das comadres, típica dos meios pequenos, ainda mais pequenos pelo isolamento. E é um contributo literário, feito com agudeza e sensibilidade, para a pesquisa do que é ser humano - nas suas sombras, tentações e possibilidades.»
Acompanhados pelo filho e neto, deambulámos pela Maia - entre a casa, a escola e o calhau - a desenhar e usufruindo das memórias que o Rodrigo de Sá tão gentilmente nos ofereceu.
terça-feira, 9 de outubro de 2018
segunda-feira, 8 de outubro de 2018
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
(A) Riscar o Património, 5ª edição| PARTILHAR MEMÓRIAS com DANIEL DE SÁ
Relembrando um dia cheio de boas memórias.
À semelhança do escritor Daniel de Sá, também aceito o destino como se eu fosse responsável por ele. E sim, sou a responsável por ter vindo viver para os Açores, por ter escolhido ficar aqui. Mas a natureza não me responsabiliza de ter tido o privilégio de partilhar momentos bonitos como os que desfrutamos no passado sábado, 29 de Setembro e de ter privado muitos outros momentos com o Pai do Rodrigo.
À semelhança do escritor Daniel de Sá, também aceito o destino como se eu fosse responsável por ele. E sim, sou a responsável por ter vindo viver para os Açores, por ter escolhido ficar aqui. Mas a natureza não me responsabiliza de ter tido o privilégio de partilhar momentos bonitos como os que desfrutamos no passado sábado, 29 de Setembro e de ter privado muitos outros momentos com o Pai do Rodrigo.
Sinto-me agradada com o resultado final, mas insatisfeita por não ter registado muitas outras memórias da casa, da rua e da freguesia.
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