no local

--------------------------------* OS DESENHOS DESTE BLOGUE RESULTAM DA OBSERVAÇÃO DIRETA E FORAM FEITOS NO LOCAL *
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domingo, 29 de setembro de 2019

(a)Riscar o Património | Jardim Botânico José do canto

«José do Canto (1820-1898) foi um homem rico, culto e amante da natureza. Profundo conhecedor dos segredos da botânica, estabeleceu contactos com jardins botânicos e viveiristas de todo o mundo, a quem comprou, vendeu ou trocou plantas. 
Desde os anos cinquenta do século XIX fez do seu jardim, no sítio de Santana, em Ponta Delgada, um extraordinário espaço de aclimatação para milhares de espécies, muitas delas utilizadas posteriormente nas suas matas ajardinadas das Furnas e da Lagoa do Congro.»
A 6ª edição do Arriscar o Património em Ponta Delgada foi bastante animada. O Jardim encheu-se de amantes do desenho,  formou-se uma vez mais um grande grupo e heterogéneo. Às 11:15 lá estavamos nós a iniciar a visita ao jardim com um grupo muito composto. Algumas pessoas disseram que viriam mais tarde e juntaram-se a nós na Sala da Relva.

(a)Riscar o Património | Jardim Botânico José do canto



(a)Riscar o Património | Jardim Botânico José do canto


(a)Riscar o Património | Jardim Botânico José do canto



A)riscar o Património | Jardim Botânico José do canto





(A)riscar o Património Jardim José do canto

(A)riscar o Património Jardim José do canto, Eu Arnaldo Silva aqui mando o desenho que fiz em 28SET2019 

Ja agora faço um pedido posso publicar outros trabalhos ?

Cumprimentos, agradecido. 

terça-feira, 24 de setembro de 2019

(a)Riscar o Património 6ª ed.

53º encontro USK PORTUGAL Açores

(a)Riscar o Património/Heritage Sketching é uma iniciativa da DGPC – Direção-Geral do Património Cultural, com apoio dos Urban Sketchers Portugal, integrada nas Jornadas Europeias do Património, que decorrem todos os anos em todo o país, durante o mês de Setembro. São Miguel recebe, uma vez mais, o (a)Riscar o Património – Heritage Sketching. Trata-se de um encontro nacional de desenho de património, a realizar-se no sábado dia 28 de Setembro, sob o tema “Artes, Património e Lazer”. Este evento, coordenado pela DGPC, terá lugar no Jardim José do Canto, em Ponta Delgada e resulta da colaboração estreita entre a Fundação Jardim José do Canto, os USkAçores e alguns amigos de «sentir poético». 
O projeto tem como propósito alargar o conceito de património a outro tipo de interpretações e representações, associando-se ao desenho como forma de expressão privilegiada, espontânea e lúdica. O caderno enquanto suporte de registo, possibilita uma melhor observação, permite ao seu utilizador uma memória única, permanente e detalhada sobre o tema desenhado. Um momento que acaba por ser incorporado indelevelmente, de forma sensitiva e cognitiva, definindo assim uma relação diferente com o património. 

A iniciativa dirige-se a todos os amantes do desenho e conta com uma adesão cada vez maior de participantesDos trabalhos resultantes dos encontros nacionais organiza-se, como habitualmente, uma exposição itinerante que leva a todo o país desenhos  que reflectem o universo de todos os que riscam e arriscam – no desenho, no património e na vida.


EQUIPAMENTOCaderno e utensílios de desenho
                            Água, refeição ligeira  (a cargo de cada participante)

PONTO DE ENCONTRO Jardim José do Canto (Portão)
11:00 h | início
Receção aos participantes
11:15 h | Visita Guiada ao Jardim
12:30 h | Almoço/ Piquenique - Sala da Relva
Poesia dedicada a Luís de Camões (*) e à natureza
14:00 hDesenhar no Jardim
16:00 h | Partilha de desenhos e fotografia de grupo

(*) José do Canto foi um apaixonado bibliófilo e camonista, colecionando uma biblioteca pessoal com cerca de 18 mil títulos, editados do século XV ao século XIX, que, entre outras preciosidades, incluía um exemplar da primeira edição de Os Lusíadas. A coleção, resultante das múltiplas compras que José do Canto fez nos Açores e a vários alfarrabistas em Portugal, França e Inglaterra, constitui, desde Maio de 1942, um dos fundos integrados na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada.
A coleção camoniana de José do Canto é considerada como a segunda melhor existente, reunindo todas as edições de Os Lusíadas saídas a público em português até 1898, ano da morte de José do Canto, o que corresponde a cerca de 110 edições, publicadas entre 1572 e 1892. Estão ainda incluídas 105 edições em várias línguas, incluindo húngaro, alemão, inglês, francês, italiano, espanhol, russo e japonês.

Organização: Direção-geral do Património Cultural, Urbansketchers Portugal Açores e Fundação Jardim José do Canto

Coordenação localJoão Moniz e Maria João Ruivo
Poemas ditos por: Aníbal Pires, Fernando Nunes, João Malaquias e Maria João Ruivo 

Esclarecimentos e inscrições:  urbansketchersazores@gmail.com

Anfitriã: Alexandra Baptista
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Etiquetas:
(a)Riscar o património
Encontro 53 USkP Açores
São Miguel
Açores
2019



domingo, 12 de novembro de 2017

Desenhar com (IV) Francisco Cogumbreiro


          Fechei a porta de casa apressadamente, pisei o acelerador do carro e somente com umas canetas de tinta da china e com o meu diário segui viagem até ao Jardim Botânico José do Canto.  Começada a sessão fiquei entusiasmada, não só com a procura de sementes com formas tão naturais e orgânicas, como também com os materiais que o Francisco Cogumbreiro disponibilizou. Uma partilha que dinamizou os diários e proporcionou novas experiências. Adorei as pedras de Tinta da China...e o meu cogumelo também.






E a manhã brindou-nos com um pouco do verão de São Martinho...



Desenhar com (IV) Francisco Cogumbreiro

Desenhar a tinta da China com (IV) Francisco Cogumbreiro correspondeu ao nosso 28º Encontro e teve lugar no Jardim Botânico José do Canto com o Francisco a orientar. Trouxe-nos tinta da China em pedra e pedras de tinta (tinteiros) que são uma ferramenta importante na caligrafia e pintura chinesas. São objetos que facilitam a moagem e contenção da tinta. Entretanto andámos a «catar» sementes e cascas no jardim e desenhámo-las em maior dimensão.                                                Fizemos algumas experiências, descomprometidas, com grafite e a tinta, eu gostei muito, foi divertido e motivador e um belo exemplo de partilha (como se pode ver aqui), de materiais e utensílios e de saber, que ainda näo retribuimos, mas ficámos de oferecer um desenho à Fundação por nos ter facilitado a entrada e possibilitado uma manhã tão agradável. 

Uma vez mais "São Pedro fez o favor de encerrar a comporta» mesmo à hora marcada para o evento, permitindo que comemorassemos desta forma o 10º aniversário dos USK.


(Tinta da China e grafiter)                                                                                                                                                                          :«in situ

Desenhar com (IV) Francisco Cogumbreiro




Desenhar com (IV) Francisco Cogumbreiro