no local

--------------------------------* OS DESENHOS DESTE BLOGUE RESULTAM DA OBSERVAÇÃO DIRETA E FORAM FEITOS NO LOCAL *
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domingo, 12 de maio de 2019

Pretexto



A pretexto de experimentar a minha caneta, ponta de pincel zebra (substituta da que me ofereceram no simpósio usk no Porto) que vem a ser um belo e apaixonante marcador Japonês, fui até Água d'Alto e enquanto o meu filho me convencia para uma jogatana de futebol na praia, aproveitei para registar o momento. Depois demos um salto a Vila Franca do Campo para o «Bevita» sabatino. A Vila estava em festa, mas fixei-me no jardim em frente à Câmara... voltarei para desenhar as Magnólias.

(Lápis de cor,  caneta califráfica e marcador)                                                                                                                      Mais aqui   «insitu»

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Senhora do Pranto, Nordeste

Em São Pedro do Nordestinho, no fim da canada e inscrita numa pastagem que finda na falésia sobranceira ao mar - destaca-se a Senhora do Pranto. De tez singela, esta Ermida - fundada em 1523 - surge associada a uma lenda nascida com o grande terramoto que abalou São Miguel em 1522 e com o surto de peste que se lhe seguiu. Ao longo do caminho de acesso encontram-se painéis de azulejos com os passos da Via Sacra.
(Lápis de cor, grafite, caneta califráfica e aguarela)                                                                                                                                         «insitu»

segunda-feira, 22 de abril de 2019

47ºEncontro USkP Açores



O 47ºEncontro USkP Açores, foi, em plena Páscoa, no Museu Carlos Machado. O núcleo de Santa Barbara revestiu-se de gente em torno de Canto da Maya. A exposição está muito simpática e mais composta do que a anterior, fiquei com vontade de voltar...


(Caneta caligráfica,  aguarela, lápis de cor e grafite)                                                 «insitu»

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Dia Mundial do Desenhador

No alto dos Remédios -Lagoa- procurei e meu contributo para o dia mundial do desenhador... atmosfera não esteve favorável e além disso, enquanto me decidia fui confrontada com as notícias, Catedral de Notre Dame em chamas, que ferida difícil de cicatrizar..

(Lápis de cor, aguarela e tinta caligráfica)                                                                                                                                                                         «insitu»

terça-feira, 9 de abril de 2019

Poesia (à segunda): na casa Armando Côrtes-Rodrigues


Fui, a convite da nossa escritora Maria João Ruivo, ouvir Poesia (à segunda): na casa Armando Côrtes-Rodrigues. A "Morada da Escrita" recebe actividades variadas, lá incentiva-se quem escreve, a interpretação de textos literários e divulga-se a literatura açoriana. A Tertúlia ocorreu em ambiente de convívio e partilha e foi muito concorrida. O meu serão foi muito bonito e estimulante, disseram-se palavras conhecidas e outras que nunca ouvi, mas que me suscitaram enorme curiosidade, achei um encanto. Gosto muito de ouvir ler poesia e «invejo», até certo ponto, a coragem de quem declama ou lê expressivamente. Claro que me sentei - timidamente - num cantinho ao fundo da sala e fui desenhando -em silêncio- tudo o que estava ao alcance do meu olhar. Inicialmente desenhei sobre uma agenda cultural, que por ali encontrei. Escolhi esse suporte para poder integrar -nos desenhos- letras e palavras com valor textural... depois fui intercalando entre um e outro caderno.
Dia 13 de maio, há mais... 

(Caneta caligráfica,  aguarela, lápis de cor e marcador)                                                                                             Mais desenhos aqui : «insitu»

As aventuras de Pinóquio

As aventuras de Pinóquio foram produto do estágio de coro e orquestra do Conservatório Regional de Ponta Delgada. O espétáculo foi organizado pelo  Conservatório e pelo Teatro Micaelense.
No dia 6 o Teatro  encheu e eu dei comigo a desenhar às escuras... uma história contada às claras. O Pinóquio era dos meus preferidos, um livro inseparável durante anos... gostei muito do narrador, a sua voz funcionou -para mim - como um instrumento musical, achei-o incrível.

Esta adaptação foi idealizada por Augusto Vismara e comentada musicalmente pelo compositor Maurizio Lomartire, com a participação dos solistas Augusto Vismara (violino e viola), Fabio Battistelli (clarinete e clarinete baixo) e Elisa Racioppi (piano) e a recitação deveu-se ao ator Nelson Cabral.

(Caneta caligráfica e marcador)                                                                                                                                                                           «insitu»

quarta-feira, 3 de abril de 2019

473º Aniversário da Cidade de Ponta Delgada



Hoje, 2 de Abril, dia em que Ponta Delgada foi elevada a cidade, no reinado de D. João III, conforme carta régia de 1546, prestámos homenagem a Antero de Quental. Estivemos - em pequeno grupo - com a ESAQ e com a Maria João Ruivo que coordenou um grupo de pessoas que declamou sonetos de Antero no local onde pôs termo à sua vida. Fêz-se ali, a apologia à vida através da sua obra.
 «Deve haver uma relação profunda entre o homem e a terra em que nasceu e se criou».
Antero de Quental

 (Tinta caligráfica,  aguarela, lápis de cor e marcador)                                                                                                                                                «insitu»

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Dia Internacional dos Centros Históricos



O Dia Internacional dos Centros Históricos comemorou-se em Vila Franca do Campo com osUrban Sketchers Açores debaixo de chuva, não esteve nada agradável, mas melhores dias virão. Tive pena, diversos desenhos que iniciei a aguarela... desfizeram-se com a água, retoquei alguns posteriormente. 
Desci até à Ermida de Santa Catarina, no Largo do Infante, estava aberta e abriguei-me. Da porta da ermida desenhei a rua, à esquerda avistava o Ilheu (aquele corpo de terra -magnifico- que parece flutuante) e à direita ainda conseguia ver a torre da Câmara Municipal. Depois virei-me para dentro e desenhei - por sobreposição - as senhoras que ali estavam cantando o terço, como se se dirigissem ao mar. Embora o tempo se apresentasse  pouco colaborativo, o grupo esteve muito composto e não desistiu.

 (Tinta caligráfica,  aguarela, lápis de cor e marcador)                                                                                                                                           «insitu»


segunda-feira, 18 de março de 2019

Trilho Moínho do Félix - Cascatas




Aproveitando o sábado -solarengo- fomos até à Lomba de São Pedro, ver o Moínho do Félix e as Cascatas. «Os moinhos de água, na ilha de São Miguel, dominaram a nascente (este) das ribeiras de àgua de Pau e da Ribeira Grande, e os de vento, a poente (oeste) das mesmas linhas de água. O do Féliz é um Moinho de água, de um só casal de mós, movido a rodízio de madeira, moia milho e trigo (mais milho) e servia a população da Lomba de São Pedro e Fenais da Ajuda. Terá funcionado até inicios da década de 50 do séc. XX. Fica situado na margem poente da Ribeira da Salga, do lado do concelho da Ribeira Grande. Junto ao moínho, encontra-se uma pequena arribana, destinada ao abrigo do burro. Foi o seu ultimo proprietário e moleiro, Manuel Tavares Couto, natural e residente de Fenais da Ajuda». O trilho, de percurso circular, é lindo e tem pelo menos quatro cascatas que eu desconhecia. A vegetação é diversa e à medida que nos aproximamos do mar torna-se mais rasteira, sentámo-nos para desenhar no Salto da Gruta e mais tarde junto à Cascata do Homem... senti uma espécie de deslumbramento por uma ilha que continua crescendo. 

Na foto: Pedro Arruda, Alexandra Baptista e José CabralDesenho: Pedro Arruda

Desenho: Alexandra Baptista


 Desenho: José Cabral

(Grafite, aguarela, lápis de cor e marcador)                                                                                    mais fotos aqui: «insitu»

domingo, 10 de março de 2019

Ribeira Quente

A encosta desta freguesia do Conselho da Povoação é imponente e envolvente. A montanha abraça uma das baias que mais aprecio. Qanto ao desenho, perdi-me na encosta. Há dias em que o acidente não resulta... 
(Grafite, aguarela, lápis de cor e caneta caligráfica)                                                                                             «insitu

quinta-feira, 7 de março de 2019

Cidade à Beira Mar

Viver à beira mar é um privilégio e agora que a primavera nos espreita os dias acabam particularmente bonitos. Fomos desenhar para a Doca de Ponta Delgada, junto ao Forte de São Brás, onde se alcança a frente marítima da cidade. 
(Grafite, aguarela, lápis de cor e marcador)                                                                                                   «insitu

quarta-feira, 6 de março de 2019

Água Retorta

«Segundo Gaspar Frutuoso, o nome Água Retorta deriva “por respeito da água da fonte que pela rocha cai em voltas”. Esta pitoresca localidade, com cerca de 489 habitantes, fica a 14 km da sede do concelho do Nordeste. Quem a visitar, poderá disfrutar de belíssimas paisagens naturais, um parque florestal de encantar e um rico património edificado, entre os quais a igreja matriz, dedicada à padroeira: Nossa Senhora Penha de França.»
Gosto desta freguesia e julgo que merece mais atenção... voltarei.


(Grafite, aguarela, lápis de cor e marcador)                                                                                                       «insitu

domingo, 24 de fevereiro de 2019

45º Encontro USkP Açores

Plantas e Jardins: a paixão pela horticultura ornamental na Ilha de São Miguel
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Aproveitando a disponibilidade da Professora Doutora Isabel Soares Albergaria, comissária da exposição, fomos à Biblioteca Pública e Artquivo Regional de Ponta Delgada ouvi-la falar -entusiasticamente - sobre esta mostra interessante. Para começar tivemos alguns obstáculos ao nosso encontro, o mau tempo foi um deles... depois, contratempos técnicos surgiram até que nos reunimos - em pequeno grupo - numa sala em torno de instrumentos relacionados com o cultivo e ligados pela familiaridade que o espaço proporcionou. Ainda tentei, discretamente, desenhar «a rapariga mais bonita da Maia» que se sentou num cilindro de basalto ao lado da nossa oradora... Gostei muito de ali estar e fui embora com a intenção de voltar, faltou-me tempo... para ver tudo e desenhar.          
(Aguarela, lápis de cor, grafite e caneta caligráfica)                                                                                                                                  «insitu»

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Desenhar com (XIV) Javier Ariza

O Javier Ariza é membro ativo do grupo USK de Sevilha e aqui em Ponta Delgada falou-nos do seu gosto pelos cadernos e dos urbansketchers. Mostrou-nos o seu trabalho e desafiou-nos a desenhar explorando alguns dos materiais que trouxe ou a brincar com as Pinturas existentes no núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado. Gostámos muito da forma simples e simpática que o Javier encontrou para transmitir o que é isto de ser Urbansketcher, é suposto ajudar-mo-nos mutuamente sem disputas e com gosto partilhado -crescente- pelo desenho.

(Aguarela, lápis de cor, grafite, lápis de cera e caneta caligráfica)                                                                                                            «insitu»

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Furnas


Aqui a partilho  a calma e serenidade que as Furnas propiciam.
Bom fim de semana!

(Aguarela, lápis de cor e caneta caligráfica)                                                                                                                                   «insitu»

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Desenhar com (XIII) Frias Martins | 43º Encontro USkP Açores


© Luis Caetano 
A sessão no Expolab com o Professor Frias Martins foi uma delícia e um exemplo de partilha para os Urbansketchers.  Falou-nos com entusiasmo do caminho que o levou à ciência, do respeito por aqueles que o apoiaram e ensinaram. Este Comendador da Ordem da Instrução Pública é um sujeito simples e um transmissor da curiosidade que lhe é inata e da paixão  pela investigação e pela malacologia... pelas coisas «muito pequenas» como as nomeia.  «Gostava que vissem o que eu vejo» e mostrou-nos todo um trabalho onde - também - se inclui  o desenho de natureza cientifica que é espantoso pelo método, pela forma... pelo conteúdo.  Perdi-me a espiolhar os caracóis, os cadernos e os vegetais com registos do Professor. Desenhei muito pouco, mas aqui fica uma nota desta ocorrência que muito me satisfez e enriqueceu.
A fotografia final está composta, mas faltam-lhe muitas pessoas, a sala estava cheia de caras novas que espero voltar a ver.

(Aguarela, lápis de cor e caneta caligráfica)                                                                                                                                  «insitu»

sábado, 19 de janeiro de 2019

Furnas

Não tenho tido disponibilidade para «vaguear» na paisagem. Na sexta-feira depois das aulas rumámos -finalmente- às Furnas, que bom. É  claro que já desenhei diversas vezes junto à lagoa, mas foi o local escolhido pelo meu filhote para dar a sua volta de bicicleta. Encarei as fumarolas como um desafio, um grande desafio em constante mutação... depois vieram os gatos e os patos, fizeram-me um verdadeiro assalto ao saco dos biscoitos de coco... estavam esfomeados, coitados!

(Aguarela, lápis de cor e caneta caligráfica)                                                                                                                               «insitu»

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Encontro 42 | USkPAçores_OTM verde #02





Quero voltar à OTM - num sábado de manhã - para participar num U-Pick/ farmer Market, coisa que não tive tempo de fazer. Quase que perdia a degustação das delícias da Chefe Sónia Comecei pelo cuscuz de couve flor depois provei um chutney de coentros com côco, malagueta, cebola e cominhos e... um pesto de couve Kale... hummmm, aconselho!   fotografias © Luis Caetano)                  

(Aguarela, lápis de cor e caneta caligráfica)                                                                                                                        «insitu»

domingo, 16 de dezembro de 2018

Encontro 42 | USkPAçores_OTM verde #01




42ºEncontro USkP Açores foi na OTM VERDEum projeto que se destaca pela inovação (com cultivo de espécies vegetais a fazer-se em hidroponia: sem recurso ao uso do solo). Fomos bem recebidos e acompanhados com esclarecimento técnico claro. Este projeto assenta na sustentabilidade agrícola, é fresco e o ambiente sereno... apetece estar.

(Aguarela, lápis de cor e caneta caligráfica)                                                                                                                               «insitu»