segunda-feira, 15 de julho de 2019
51º Encontro USK Açores - Desenhar com Gonçalo Preto
Gostei muito de desenhar com os meus primos, a Grace e o Quin. Quase que apanhei uma rã com o Quin. Diverti-me e conversei.
Desenhar com (XVII) Nathalia Cavalcante
Desenhar com... são sessões informais de conversa e prática em torno do desenho. O ato de desenhar é algo muito pessoal. Nele, cada um encontra uma vertente diferente, depende daquilo que procura. E consequentemente, novas abordagens e formas de o explorar. No dia 23 de julho estaremos no topo do Anfiteatro das Portas do Mar acompanhados pela Nathalia Cavalcante que certamente nos falará da sua abordagem e nos levará a ver através do desenho e de acordo com o seu olhar.
Início: 18:00
Ponto de encontro: Alto da escadaria do Anfiteatro das Portas do Mar
Nathalia Sá Cavalcante. Participa do USKRio. Foi para Torres Vedras, Portugal como residente artística e oferecendo workshops para urban sketchers, universitários e adolescents e expôs, Coletivo Brasil, na Câmara Municipal de Torres Vedras Participou dos Simpósios Internacionais Urban Sketchers em Paraty e Porto. Fez workshops com os artistas consagrados João Catarino, Eduardo Salavisa, André Baptista, Mario Linhares, Nina Johansen, Willian Cordeiro, Veronica Lawlor Suhita Shirodkar, Felix Sheimberg. Fez cursos online com artistas de várias nacionalidades organizados pelo ilustrador Danny Gregory. Frequentou grupos USK em Paraty, Lisboa, Évora, Amadora, Torres Vedras, Estocolmo. É designer gráfica, ilustradora e professora doutora em Design na PUCRio em disciplinas de Desenho de Observação, Comunicação Visual, Projeto e no curso extensão Desenhos do Cotidiano. Passarinhando é um livro infantil de sua autoria. Ilustração uma Prática Passível de Teorização é título de sua tese de doutorado PUCRio Derivações foi o nome de sua exposição individual no Parque do Martelo, Rio.
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Etiquetas: Açores, Desenhar com, Encontro 52 USkP Açores, Portas do Mar, São Miguel,
51º Encontro USK Açores - Desenhar com Gonçalo Preto
O Rafael Nascimento acompanhou o grupo neste Desenhar com Gonçalo Preto e embora não tenha desenhado partilhou conosco o que, no seu caderno, escreveu.
Desejo-te tanto que me apetece fazer o poema mais piroso.
Enrolar-me no teu corpo,
palmear as tuas cochas,
apertar a tua carne e espremer a tua alma que pinga, pouco a pouco, em tempos certos, no lugar lugar mais profundo da minha existência.
Nunca pensei que me poderia voltar a apaixonar assim.
Esta paixão de cinema ou dos livros já não tem lugar nos dias de hoje.
É ridículo!
Na correria de querer sentir o mundo, e sair dele vivo, como me posso dar assim?
Tão frágil, tão vulnerável.
É que tenho e-mails para responder, sítios para ir,
dead lines para cumprir,
gente para conhecer,
a boemia com a rapaziada,
a boemia com os desconhecidos, as luzes da cidade,
o breu do infinito,
a vibração das colunas,
o conforto da família,
fluir no fluxo da humanidade,
chamar por um táxi,
perder-me no aeroporto,
saltar de uma ponto e...
não sei, é estranho.
O que me grita nos ouvidos é a música de um amor, que é uma festa da qual eu nunca quero sair.
Rafael Nascimento
Desejo-te tanto que me apetece fazer o poema mais piroso.
Enrolar-me no teu corpo,
palmear as tuas cochas,
apertar a tua carne e espremer a tua alma que pinga, pouco a pouco, em tempos certos, no lugar lugar mais profundo da minha existência.
Nunca pensei que me poderia voltar a apaixonar assim.
Esta paixão de cinema ou dos livros já não tem lugar nos dias de hoje.
É ridículo!
Na correria de querer sentir o mundo, e sair dele vivo, como me posso dar assim?
Tão frágil, tão vulnerável.
É que tenho e-mails para responder, sítios para ir,
dead lines para cumprir,
gente para conhecer,
a boemia com a rapaziada,
a boemia com os desconhecidos, as luzes da cidade,
o breu do infinito,
a vibração das colunas,
o conforto da família,
fluir no fluxo da humanidade,
chamar por um táxi,
perder-me no aeroporto,
saltar de uma ponto e...
não sei, é estranho.
O que me grita nos ouvidos é a música de um amor, que é uma festa da qual eu nunca quero sair.
Rafael Nascimento
51º Encontro USK Açores - Desenhar com Gonçalo Preto
A Terra encantada
A Ilha
Sempre a ilha
O verde, o azul….
Sempre o mesmo colorido
Os sons, os cheiros, os toques
Sempre os mesmos, encantadores….
Lagoas e mais lagoas…
Sempre lindas e puras como se fossem intocáveis
A melodia sinfónica
Sempre afinada
A brisa e o sol abrasador
Sempre lado a lado
Como bons companheiros
Sempre a mesma paz….
Sempre a mesma beleza….
Sempre o mesmo encanto.
Há quem a pinte
Há quem a fotografe
Há quem a escreva.
Sempre inspirados em ti
Mãe Natureza
Ilha encantada
Terra prometida
Paraíso na terra
Sempre aqui tão perto
Sempre a chamar por mim
Sempre a chamar por ti
Sempre a chamar por nós….
Sempre a escutar-me
Sempre a viver comigo (connosco)
Ana Cristina Zeferino Arruda
51o encontro usk Açores com Gonçalo Preto
No ambiente edilico das Lagoas Empadadas,
somos engolidos pelo verde que as rodeia.
O impulso para desenhar brota no momento em que piso a terra e entrego-me aos rabiscos de imediato, sempre com a alegria da partilha e da boa companhia, absorvendo ao máximo a beleza circundante.
Estes são os frutos nascidos dos meus dedos toscos.
quarta-feira, 10 de julho de 2019
terça-feira, 25 de junho de 2019
DESENHAR COM (XVI) GONÇALO PRETO
DESENHAR COM… GONÇALO PRETO
Parceria com Walk & Talk
Desenhar com...” são sessões informais de conversa e prática em torno do desenho.
O ato de desenhar é algo muito pessoal. Nele, cada um encontra uma vertente diferente, depende daquilo que procura. E consequentemente, novas abordagens e formas de o explorar. Nestas sessões, convidamos um desenhador (entenda-se, praticante de Desenho) para nos falar da sua abordagem e para, através do desenho, nos desafiar de acordo com o seu olhar. Desta vez seremos desafiados pelo artista Gonçalo Preto que nos nos convida a desenhar com ele no dia 13 de julho (sábado), pelas 14:30 nas Lagoa das Empadadas.
O Gonçalo Preto encontra-se em São Miguel a convite do Walk&Talk - Festival de Artes para apresentação da exposição Limbo a ser apresentada no Núcleo de Santo André do Museu Carlos Machado. O momento de apresentação do trabalho foi antecedido por uma Residência Artística promovida pelo mesmo festival, nos anos de 2018 e 2019.
Gonçalo Preto (1991)
vive e trabalha em Lisboa. É licenciado em Design de Equipamento pela
Faculdade de Belas-Artes de Lisboa e estudou na Kassel Kunsthochschule
(Alemanha), através do programa ERASMUS. Em 2012 muda-se para Berlim, e
desenvolve o seu trabalho maioritariamente composto por trabalhos sobre
papel e técnicas de gravura. Em janeiro de 2014, muda-se para São
Francisco, CA (Estados Unidos) para dar início à sua segunda
Licenciatura em Pintura e Desenho na Academy of Art University. Tem
exposto regularmente desde 2012. FRAG-MEN-TO, Galeria Madragoa, Lisboa,
2017; Blue, The Switch Gallery, Lisboa, 2016; Babel, Miguel Justino
Contemporary Art, Lisboa, 2016; 4, Cidadela Art District, Cascais, 2015;
Spring Show, Academy of Art University, São Francisco, 2015; Spring
Show, Academy of Art University, São Francisco, 2014; Means to an End,
Neurotitan Gallery, Berlim, 2013; Not Exklusiv, Rundgang, Kassel
Kunsthochschule, Kassel, 2012.
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Local:
Lagoas Empadadas, Portugal
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