sábado, 18 de junho de 2016

«vivó verão»

Nada como o verão para nos fazer tirar partido do dia. No desenho faço um registo de algumas das paragens que fiz durante no meu passeio de bicicleta. 
(Graph'it shake, posca, liquitex paint markerl sobre ebru)                                                                                                                  |«in situ»|

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Páteo d'Alfândega, Angra do Heroísmo



No Páteo d'Alfândega, Angra do Heroísmo, em véspera das Sanjoaninas 2016. O desafio de hoje foi desenhar um pouco dos espaços das festas que começam já amanhã. Aqui temos Vasco da Gama que se anuncia para celebrar "Uma capital no Coração do Atlântico". O que não vemos é o reboliço e a azáfama para ter as tasquinhas prontas a tempo e horas.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Abençoados verdes

Os verdes e os verdes num leque arrendado de verdes cobrindo as encostas, caindo no mar, despontando verde, morrendo verde.

Uma bebedeira de verdes foi hoje o meu dia na costa Norte da Ilha - abençoados verdes que desafiam a mão e assombram o olhar.

Rendo-me aos verdes desta Ilha, para mim, a sua maior preciosidade. 

Helena Monteiro

domingo, 12 de junho de 2016

Egresso das aulas



caneta 0.05, giz

caneta 0.05


Desenhos que fiz no penúltimo e último dia de aulas deste ano lectivo. No primeiro a minha irmã preenche o seu currículo, no segundo a turma descansa e apanha sol na relva agradável (e com alguns presentes caninos) das Portas do Mar. Nestes desenhos voltei a fazer desenho contínuo, o que já não fazia à algum tempo e até gostei dos resultados. No primeiro dei-lhe, mais tarde (ontem), várias camadas de cor e raspei para experimentar com as texturas. Quanto ao segundo, decidi deixá-lo assim (por agora).


em Ponta Delgada


caneta preta fina

Este foi meu primeiro encontro nos USK que na realidade correu lindamente, junto à Matriz, Ponta Delgada. 

sábado, 11 de junho de 2016

USKaz #16 | desenhar com HELENA MONTEIRO

caneta 0.05, carvão, giz, tinta vermelha e sanguínea

grafite, carvão, giz, tinta vermelha e sanguínea

Desenhos que fiz no Jardim António Borges neste último encontro. No primeiro comecei com desenho de contornos (quase contínuo) mas eventualmente passei para carvão, giz e afins pois queria ver o resultado da mistura das duas técnicas. No segundo, respondendo ao desafio da Helena Monteiro, desenhei as grutas das partes mais profundas do jardim, das quais gosto particularmente. Comecei logo com a grafite e tentei destacar as diferentes camadas com recurso a materiais diferentes, mas devo dizer que ficou um pouco atribulado.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Encontro no Jardim António Borges



16º encontro de diários gráficos. Desenho. Partilha. Jardim. Café. Amizade. Muito bom ambiente.
(Obrigada, Helena, pelo desafio e pela partilha.)

Nordeste | Miradouro da Vista dos Barcos

_Ahhh... a «ditadura» da aguarela leva-me a tentar experimentar outras coisas, mas de vez em quando lá me deixo levar pela sua portabilidade. Há tempos fui ao Nordeste onde as falésias são altas e as vistas largas... de encher a alma.
A viagem ao Nordeste - com a SCUT - faz-se muito rapidamente, isso não me dá o mesmo prazer que antigamente e penso que não trouxe muitas vantagens para as freguesias a caminho da Vila. Pode ser que quem faz a viagem, diariamente, em trabalho não se sinta em desvantagem. Na verdade deixámos de lá ir com a mesma frequência e deixámos, também, de parar noutras localidades. Dá-me sempre a sensação de haver um maior isolamento de todos os lugares. Será que valeu a pena o investimento??? Quando chegamos ao destino o tempo -ainda- ocorre noutro ritmo, o que é muito bom!

(Grafite e aguarela)                                                                                                                                                     | mais aqui:«in situ» |

quinta-feira, 9 de junho de 2016

O acaso... o destino...



Há coisas extraordinárias na nossa vida.

No sábado passado, 4 de junho, houve um encontro no jardim António Borges, em Ponta Delgada, para desenhar com a Helena Monteiro. O destino quis que eu não estivesse presente para desenhar com essa Amiga. O destino quis, que aos 99 anos de vida da minha avó, ela partisse. Não podia, de forma alguma, sobrepor este momento ao ato de desenhar. Mas esse mesmo destino tornou possível desenhar com ela. Ia eu a passar de carro, quando a observo em sentido contrário ao meu. Acho que também o destino quis que esse ponto de cruzamento entre nós, numa via super movimentada e com proibição de paragem e estacionamento, tivesse uma pequena entrada de propriedade, para fazer uma breve paragem, sair do carro e cumprimenta-la. Não tive meias medidas que não oferecer a minha disponibilidade para levá-la até onde quisesse. Ela respondeu que ia desenhar, a uns passos mais à frente, a Ermida de S. Gonçalo. E eu, com o maior gosto, ofereci-me para acompanhá-la.

Pois é, aqui está o resultado desse nosso encontro.